Salve, salve meus amigos, saudade da mulesta de voces, ta bom vá, não tava com tanta saudade assim, mas já é alguma coisa. Mas isso pouco importa, o que importa é que o Banco Real da 10 dias sem juros no cheque especial.
Querida cambada, o que tenho pra dizer hoje é o relato de um acontecimento que abalou as estruturas da Machangol (Fresco não dá pra ser ne?).
Tudo começou quando nosso amigo Pinpin levou um tal de cubo mágico pra Engenharia. Pra quem tem alguma deficiência intelectual e não sabe o que é, trata-se de um cubo, com um bucado de ponto colorido misturado, que o indigente tem que desmisturar e colocar cada cor num lado, simples assim.
Pra começo de conversa naquela Engenharia só tem maluco, eu sou o mais certinho e tenho cá meus problemas, entao quando o brinquedo chegou foi um fuzuê da mulesta, todo mundo queria pegar no negocio de Pinpin – la ele meu pai –. E aquele objeto fascinante e extradimensional comecou a circular pela sala parando nas mesas. Por fim chegou a minha, me diverti com o negocio, não consegui evoluir e parei logo. Porque comigo é assim, se eu brinco e não ganho paro logo, tem graça nenhuma. Eu roubo ate jogando palavra-cruzada, vou logo no fundo – toma misera – e vejo as respostas, depois é so decalcar, bom demais.
O fato é que aquele bagulho parou na minha mesa e lá ficou. Nessa hora meu discipulo – um sergipano que tá saindo do quintal e virando baiano – falou.
“Rapaz, se Maguari aparecer ele vai quebrar esse cubo. Arriegua”
Nego vei, se praga de mãe é maldição, praga de sergipano deve ser encosto, vai tomate cru – pros vegetarianos de plantão –. Né que a misera apareceu?! Exatos oito minutos decorridos apos as palavras proféticas do meu discipulo.
Os zóios do misera brilharam quando ele viu o bichinho todo colorido lá na mesa. Esqueceu até que estava a trabalho. Pegou o cubo, com aquela mão cheinha de dedo, cada um que parecia um tentáculo, e praticamente abraçou o brinquedo.
Nesse momento desferi um olhar preocupado Paradaise, a danada tava se abrindo – cuidado mãe, se bote não – na risada, ja imaginando a tragédia. Era pedra cantada.
Eis que o novo proprietario do cubo me pergunta
“O-o-o Marcio, rapaz, quer que eu coloque um lado todo da mesma cor? Isso, isso aqui é tecnica, é faci.”
Porra véi, que pergunta sem sentido, um lado? Cole um lado até uma tia minha que nasceu morta coloca. Respondi todo carinhoso
“Porra Maguari, ta de sacanagem.. um lado não ne maluco... tem que ser todos os lados né misera!”
Qunado o ordinario tava se empolgando, entra –lá ele – noss excelentissimo diferenciado Gerente de Produção (futuro DC) – se ele ler isso aqui eu ganho uma moral da porra – adentrou ao recinto. Diga-se de passagem o mesmo tava de preto, e quando ele ta de preto, ele não ta bem.
Foi ai que o Cheio de Dedo ficou agoniado, e trimilicava todinho. Avimaria, até gaguejou.
Quando o miseravi voltou a ficar sem a presença do lider, resolveu voltar a brincar. Zorra, qualquer crança sabe que certas brincadeiras so devem ser feitas quando se está com total controle motor. Jamais brinque com um objeto fragil – como um cubo mágico, feito de chumpo e titanio – quando se está nervoso e logo apos ter levado uma comida de rabo, justamente por estar brincando com o famigerado brinquedo. Em suma, larga essa porra aí e não mexe mais.
Mas o sujeito se emplgou todo e a cada instante ficava mais violento, sabe quando vc olha e diz, vai dar merda, so que era em coro, todo mundo ja tinha notado isso. Menos ele. Foi então que Maguari começou a torcer o cubo, parecia que queria que duas cores estivessem no mesmo quadradinho, ele parou de girar o brinquedo e comecou a expremer. Cacete, era muito dedo, e a medida que o tempo passava, mais dedo aparecia, ja divia ter uns oito em cada mão. Foi quando de repente ele parou, instantaneamente.
Se aprochegou todo sem jeito, olhou pra mim sem graça e falou“Marcio, deconectou aqui”
Quanto bati o zói no brinquedo eu notei o eufemismo. Desconctou uma porra, o brinquedo tinha explodido. É como se um elefante pisasse num prato de pudim, com certeza o prato ia quebrar.
Foi então que eu respondi
“Nego véi, esse problema ce resolve com Pinpin, tenho nada com isso não, o brinquedo nem é meu... Va lá negao”
Quando aprumei as vista, Pinpin estava vermeio feito alguma coisa muito vermelha, tava quase roxo de odio. Ergueu-se da cadeira num pé só, subiu na mesa plantando bananeira e em segundos lançou-se, com todos seus cento e cachoro lascou a boca quilos pra cima de Maguari. Pense numa muquetada.
“Se nao sabe brincar nesse C******, nao pegue na P**** do brinquedo. P*** que Pariu. Vá se F****.” Esse foi o mais ortodoxo que se ouviu. É daí ladeira a baixo.
A madeira gemeu bonito. Pinpin com cara de cão.
Deu-se assim inicio à terapia do abraço. Lembra-se do coração de margarina 0% de gorura trans. Pois bem, labutei pra tirar o rancor daquela alma corrompida. Zorra deu trabalho. Mas apos muita insistencia acabei conseguindo desanuviar a tensão. E veja abaixo como tudo terminou.
Querida cambada, o que tenho pra dizer hoje é o relato de um acontecimento que abalou as estruturas da Machangol (Fresco não dá pra ser ne?).
Tudo começou quando nosso amigo Pinpin levou um tal de cubo mágico pra Engenharia. Pra quem tem alguma deficiência intelectual e não sabe o que é, trata-se de um cubo, com um bucado de ponto colorido misturado, que o indigente tem que desmisturar e colocar cada cor num lado, simples assim.
Pra começo de conversa naquela Engenharia só tem maluco, eu sou o mais certinho e tenho cá meus problemas, entao quando o brinquedo chegou foi um fuzuê da mulesta, todo mundo queria pegar no negocio de Pinpin – la ele meu pai –. E aquele objeto fascinante e extradimensional comecou a circular pela sala parando nas mesas. Por fim chegou a minha, me diverti com o negocio, não consegui evoluir e parei logo. Porque comigo é assim, se eu brinco e não ganho paro logo, tem graça nenhuma. Eu roubo ate jogando palavra-cruzada, vou logo no fundo – toma misera – e vejo as respostas, depois é so decalcar, bom demais.
O fato é que aquele bagulho parou na minha mesa e lá ficou. Nessa hora meu discipulo – um sergipano que tá saindo do quintal e virando baiano – falou.
“Rapaz, se Maguari aparecer ele vai quebrar esse cubo. Arriegua”
Nego vei, se praga de mãe é maldição, praga de sergipano deve ser encosto, vai tomate cru – pros vegetarianos de plantão –. Né que a misera apareceu?! Exatos oito minutos decorridos apos as palavras proféticas do meu discipulo.
Os zóios do misera brilharam quando ele viu o bichinho todo colorido lá na mesa. Esqueceu até que estava a trabalho. Pegou o cubo, com aquela mão cheinha de dedo, cada um que parecia um tentáculo, e praticamente abraçou o brinquedo.
Nesse momento desferi um olhar preocupado Paradaise, a danada tava se abrindo – cuidado mãe, se bote não – na risada, ja imaginando a tragédia. Era pedra cantada.
Eis que o novo proprietario do cubo me pergunta
“O-o-o Marcio, rapaz, quer que eu coloque um lado todo da mesma cor? Isso, isso aqui é tecnica, é faci.”
Porra véi, que pergunta sem sentido, um lado? Cole um lado até uma tia minha que nasceu morta coloca. Respondi todo carinhoso
“Porra Maguari, ta de sacanagem.. um lado não ne maluco... tem que ser todos os lados né misera!”
Qunado o ordinario tava se empolgando, entra –lá ele – noss excelentissimo diferenciado Gerente de Produção (futuro DC) – se ele ler isso aqui eu ganho uma moral da porra – adentrou ao recinto. Diga-se de passagem o mesmo tava de preto, e quando ele ta de preto, ele não ta bem.
Foi ai que o Cheio de Dedo ficou agoniado, e trimilicava todinho. Avimaria, até gaguejou.
Quando o miseravi voltou a ficar sem a presença do lider, resolveu voltar a brincar. Zorra, qualquer crança sabe que certas brincadeiras so devem ser feitas quando se está com total controle motor. Jamais brinque com um objeto fragil – como um cubo mágico, feito de chumpo e titanio – quando se está nervoso e logo apos ter levado uma comida de rabo, justamente por estar brincando com o famigerado brinquedo. Em suma, larga essa porra aí e não mexe mais.
Mas o sujeito se emplgou todo e a cada instante ficava mais violento, sabe quando vc olha e diz, vai dar merda, so que era em coro, todo mundo ja tinha notado isso. Menos ele. Foi então que Maguari começou a torcer o cubo, parecia que queria que duas cores estivessem no mesmo quadradinho, ele parou de girar o brinquedo e comecou a expremer. Cacete, era muito dedo, e a medida que o tempo passava, mais dedo aparecia, ja divia ter uns oito em cada mão. Foi quando de repente ele parou, instantaneamente.
Se aprochegou todo sem jeito, olhou pra mim sem graça e falou“Marcio, deconectou aqui”
Quanto bati o zói no brinquedo eu notei o eufemismo. Desconctou uma porra, o brinquedo tinha explodido. É como se um elefante pisasse num prato de pudim, com certeza o prato ia quebrar.
Foi então que eu respondi
“Nego véi, esse problema ce resolve com Pinpin, tenho nada com isso não, o brinquedo nem é meu... Va lá negao”
Quando aprumei as vista, Pinpin estava vermeio feito alguma coisa muito vermelha, tava quase roxo de odio. Ergueu-se da cadeira num pé só, subiu na mesa plantando bananeira e em segundos lançou-se, com todos seus cento e cachoro lascou a boca quilos pra cima de Maguari. Pense numa muquetada.
“Se nao sabe brincar nesse C******, nao pegue na P**** do brinquedo. P*** que Pariu. Vá se F****.” Esse foi o mais ortodoxo que se ouviu. É daí ladeira a baixo.
A madeira gemeu bonito. Pinpin com cara de cão.
Deu-se assim inicio à terapia do abraço. Lembra-se do coração de margarina 0% de gorura trans. Pois bem, labutei pra tirar o rancor daquela alma corrompida. Zorra deu trabalho. Mas apos muita insistencia acabei conseguindo desanuviar a tensão. E veja abaixo como tudo terminou.
Marcito, "O Conciliador"...
ResponderExcluirFala pra esse Pinpin que dá pra montar o cubo outra vez... Aproveita e já monta ele com as cores certas de cada lado pra tirar a quela onda.... hehehehe
HAUShuASHuAHS, só tu mesmo, meu querido. Imaginei a cena com riqueza de detalhes e ainda acrescentei uma pá de palavrão ali na hora dos xingamentos...podia né? =P
ResponderExcluirAdorei!!!
Bjos pra ti!
Lili